A LEAP, Law Enforcement Against Prohibition (Associação dos Agentes da Lei contra a Proibição) é uma organização anti-proibicionista formada por integrantes das forças policiais e da justiça criminal. Criada em 2002, nos Estados Unidos, a organização desenvolve projetos atualmente em mais quatro países: Canadá, Reino Unido, Costa Rica e Brasil.

No Brasil, a organização conta com policiais civis e militares, aposentados ou ainda ativos, além de um corpo de diretores, consultores e porta-vozes. Por meio desses porta-vozes, a intenção é informar a população sobre os inúmeros danos causados pela guerra às drogas, além de buscar uma reaproximação entre sociedade civil e forças policiais.

Os principais nomes da LEAP Brasil são Maria Lucia Karam, presidente da entidade, o coronel reformado Jorge da Silva, vice-presidente e Orlando Zaccone d’Elia Filho, Delegado da Polícia Civil, que atua como secretário.

Desde 2006, quando a lei nacional anti-drogas foi aprovada, a criminalidade brasileira não dá sinais de diminuição. O combate ineficaz à droga e ao tráfico já encarcerou mais de 200 mil pessoas somente via repressão, e o número de mortes no Brasil aumentou consideravelmente, especialmente entre as populações de baixa renda e de minorias étnicas.

No próximo dia 6, a LEAP realiza o simpósio Drogas, Saúde e Direito em parceria com a Academia Nacional de Medicina e com o Instituto dos Advogados do Brasil, mais um importante debate na questão de drogas do país, para conferir a programação acesse http://www.anm.org.br/conteudo_view.asp?id=2349.

Fontes: http://www.leapbrasil.com.br/ ; http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-guerra-as-drogas-resultaram-em-um-genocidio-e-prisoes-em-massa-4739.html

Imagens: Internet

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