A Califórnia é um dos locais mais importantes da cena canábica mundial, berço de muitas variedades saborosas e de vários ícones da contra-cultura, o estado norte-americano legalizou a maconha recreativamente no último referendo popular ocorrido em novembro de 2016.

Apesar de toda sua história e dos recentes avanços pelos quais passaram a população californiana, ainda existe um lado b da indústria canábica que não saiu totalmente de atividade. O comércio paralelo de maconha e comestíveis em cidades como Oakland e San Francisco ainda é a fonte de muitos usuários pelo costume e confiança em seus ‘dealers’ e também pela relutância em se registrar em um sistema formal de cadastro.

A maioria dos consumidores do mercado paralelo é jovem e também turistas. A qualidade dos buds e comestíveis vendidos em praças e locais marcados nas cidades é inferior à maconha vendida em lojas e dispensários, que além de garantir a qualidade, certificam a procedência da erva, coisa que não acontece no mercado paralelo.

Enquanto a indústria se estabelece de maneira profissional, algumas lacunas ainda precisam ser preenchidas em relação ao mercado e a própria cultura de consumo da cannabis. Fato é que o cidadão da Califórnia já pode escolher uma variedade de opções canábicas, inclusive de qualidade duvidosa, sem maiores problemas com a lei, um avanço notável para o desenvolvimento tanto da população quanto da cannabis.

Imagens: João Paulo Costa; sf.curbed.com/

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