A cannabis e a homosexualidade são temáticas que, inegavelmente, demandam atenção da sociedade e, claro, do meio público e político. Em meio às recentes revoltas e protestos, a energia do povo e as mensagens das ruas deveriam receber maior atenção. 

É durante o mês de junho que celebramos o mês do Orgulho para LGBTQIA+, com o intuito de defender a igualdade. E ao se voltar ao universo da cannabis, uma coisa é muito clara: a semelhança em ambos os movimentos na busca por espaço e reconhecimento. 

Embora esse mercado lute pela capacidade de existir, há muito trabalho a ser feito para garantir que haja igualdade de condições. 

Em uma breve análise histórico-cultural, nota-se a presença de fatores semelhantes em ambos os universos. E é no trabalho dos protestos e reivindicações que é possível prever os caminhos que ajudam a pavimentar a legalização, não só da cannabis, como também da liberdade de ser o que se é. 

Em respeito à liberdade, algumas marcas segmentaram edições de strains de cannabis exclusivas, para celebrar a comunidade LGBTQIA+ e algumas até direcionam seus rendimentos à ONGS de defesa a jovens Queer em risco. Conheça algumas marcas e entenda a necessidade do debate canábico e do orgulho pride.

LOWELL HERB CO: Lowell Herb Co. lançou uma coleção de edição limitada chamada ”Pride 2020”. A coleção apresenta duas novas variedades, Magic Melon Sativa e Blueberry Muffin Indica, e doará uma parte dos lucros para GLAAD e The National Black Justice Coalition.

KUSH QUEEN: Kush Queen é uma marca feminina de bem-estar, famosa por explodir a tendência de bombas de cannabis para banho. Este ano, com as bombas de banho Pride Edition, repletas de THC ou CBD e muito glitter ecológico, irá doar uma parte dos lucros para a Asylum Connect, uma empresa de tecnologia sem fins lucrativos que desenvolveu um app para reunião de dados e defesa da comunidade LGBTQIA +.

Juntas, as comunidades da cannabis e LGBTQIA+ podem trabalhar para trazer diversidade e igualdade, ao analisar as dificuldades que ambos movimentos enfrentam. E é nesse cenário de preconceito que buscamos atingir momentos de aceitação, respeito e igualdade.

Afinal, seja quem for, bom mesmo é ser você! 

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