Ter uma carreira focada na arte de bolar? Tony Greenhand prova que é possível.

O artista Tony Greenhand provavelmente tem o trabalho dos sonhos de qualquer canabista: ganhar a vida enrolando baseados. Porém, esse artista não bola qualquer pastel, mas sim, verdadeiras esculturas a partir de nada mais que sedas, blunts e flores dichavadas.

Um hobbie que virou trabalho

Greenhand sempre gostou de trabalhos manuais e criativos, além de consumir maconha.

Mas sua habilidade com a cannabis não veio sem esforço, o artista diz que quando começou a bolar, seus baseados eram péssimos. Na primeira tentativa, ele Tony ficou mais de 30 minutos lutando para fechar o cigarro e ficou intragável.

Ele viu isso como um verdadeiro desafio: comprou em torno de 30 gramas de maconha e ficou um final de semana inteiro aprendendo a bolar. Quando acabou a maconha, ele já tinha aprendido a enrolar baseados perfeitos.

Depois, ele comprou alguns livros sobre como fazer baseados artísticos e começou a desenvolver sua própria arte.

Ele conta para Vice que primeiro começou com o clássico cross-joint (ou baseado em forma de cruz), depois evoluiu para um foguete e animais.

Os amigos de Tony incentivaram o trabalho e ele recebeu uma encomenda de um cachimbo do Sherlock Holmes. Após divulgar na internet, seu trabalho explodiu.

Hoje em dia, Greenhand fez uma carreira inteira bolando baseados impossivelmente complexos, na forma de praticamente qualquer coisa que você possa imaginar.

Os baseados mais famosos do mundo

Seus clientes pagam de US $ 300 a US $ 10.000 por suas artes personalizadas e incluem pessoas como Rihanna, o rapper 2 Chainz, Tommy Chong e muito mais.

Greenhand tem até uma série na plataforma de streaming Roku, ”Let’s Roll With Tony Greenhand”, onde ele cria verdadeiras obras de arte em forma de baseados para celebridades.

Tony vê seu trabalho assim como de um confeiteiro. Em entrevista para a Architectural Digest, ao ser perguntado se ele não fica frustrado ao ver um trabalho de horas sendo acendido, fumado e indo embora, ele comenta: ”Não. Eu sinto que é o mesmo que um confeiteiro fazendo um bolo de casamento. Eles querem que as pessoas aproveitem a experiência e não querem que ela seja desperdiçada. Eu bolo meus baseados e fico ansioso para o momento em que eles serão queimados. É a experiência que o cliente tem que faz valer a pena”.

Se você pudesse encomendar uma arte canábica em forma de baseado com Greenhand, qual seria?

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